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De Pac em Pac: Ecologistas já pedem um para o Meio Ambiente Com o termo “Pac” usado como sinônimo de investimentos, ações anunciadas pelo Ministro da Educação, Fernando Hadad, são agora chamadas de “Pac da Educação”. Em 24 de abril, o presidente Lula e o ministro apresentaram a versão definitiva do programa, que espera para o setor recursos da ordem de R$ 8 bilhões, que seriam gastos nos próximos quatro anos. Marisa Duarte, professora de Políticas Educacionais da Faculdade de Educação da UFMG, ressalta a necessidade de tais incentivos: “Os processos de escolarização contribuem para o desenvolvimento de conhecimentos e competências que podem possibilitar a melhoria da produtividade do trabalhador”. O "Pac educacional" vem no embalo das ações previstas no Programa de Aceleração do Crescimento, apresentadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro, que projetam investimentos de R$ 506,9 bilhões, a serem aplicados até 2010. Além de indicar recursos para recuperar e am...
Restos para uns, oportunidade para muitos O lixo pode mudar uma vida. Ou muitas vidas. É o que indica a história da Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável, em Belo Horizonte, a Asmare . Em 1988, a associação reunia um pequeno grupo de moradores de rua, interessados apenas em sobreviver a partir do que os outros jogavam fora. Dois anos depois, a Asmare se tornava uma referência oficial para os catadores de recicláveis da capital mineira. A idéia de organizar cidadãos excluídos por falta de oportunidades resulta, hoje, em dignidade restabelecida para cerca de 1500 pessoas, beneficiadas direta e indiretamente pela reciclagem de resíduos. "Com a fundação da Asmare, seguida da implementação da Lei Orgânica Municipal, que assegurou às cooperativas de trabalhadores a prioridade na parceria para os programas de coleta seletiva, desde 1993, os catadores de Belo Horizonte passaram a ser reconhecidos como agentes da limpeza urbana.", explica...
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Pintura rupestre em uma das grutas Trilha em um antigo fundo de mar
Retratos do Tempo Um lugar que foi fundo de mar há 90 milhões de anos. Onde habitavam tigres dentes-de-sabre, da era do gelo; tatus e preguiças gigantes, milhares de anos depois e muito depois; e ainda mais tarde, homens da caverna. Lajedo de Soledade é o nome dado a uma área de quase 1 km2 considerada um tesouro arqueológico. Distante 352 km a oeste de Natal, capital do Rio Grande do Norte, o lugar é um exemplo de exploração sustentável. Protegido pela Fundação Amigos do Lajedo de Soledade (FALS), formada por geólogos e financiada pela Petrobrás, o sítio recebe cerca de 6 mil visitantes por ano. Antes ameaçado pelo homem, agora tem no ecoturismo uma alternativa à destruição de um valioso registro histórico. Até 1991, o terreno rico em calcário era minerado para produção de cal. Explosões colocavam em risco 53 painéis de pinturas rupestres, datadas de 3 mil a 10 mil anos; fósseis de animais e de moluscos e, ainda, cavernas formadas pela ação do mar, entre elas a...
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A pilha acabou. O que fazer? Uma pesquisa da UFMG tem a solução .
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Retratos da Fé Exposição passeia pelas religiões e templos de Belo Horizonte.
Online Conheça o projeto de telessaúde que se tornou referência para o Ministério da Saúde. No Circuito UFMG .